Contar um história é fácil, cria-lá é um desafio. Bem vindos ao nosso mundo.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

In The Light



Autor: L
Gênero: Suspence, Sobrenarutal.
Capitulos: 01/??

Palavras do Autor: In The Light é minha hístoria mais recente, porem na minha opinião a melhor. Talvez por ela tratar de menos fantasia e mais raciocínio, o que na minha opinião faz de uma hístoria em formato de novela muito mais interressante. É minha 1 história nesse estilo, então espero criticas construtivas e espero poder fazer vocês pensarem e dar uma ótima reviravolta no final.







1º Evento: Luzes noturnas



Essa história se passa em uma pequena cidade qualquer cercada por montanhas, em meados de 2011.
Evan estava em seu último dia de trabalho antes de sua empresa mudar-se de prédio, o que levaria um mês, e dali começariam suas férias, resultando em, na teoria, alegres dois meses em casa. Pensava no que iria fazer com tanto tempo livre enquanto lia fóruns na internet, um técnico de rede tem bastante tempo livre quando a rede está desligada. A maioria dos fóruns falava sobre estranhas luzes que começaram a surgir pela cidade, após grandes picos de energia, e segundo testemunhas, algumas pessoas estavam desaparecendo instantaneamente, como se fossem engolidas pela misteriosa luz, ou teriam elas fugido no meio do evento?
-Quanta bobagem... Pensa Evan.
Pra quem já foi considerado um gênio durante a faculdade devido ao incrível poder de raciocínio, Evan levava uma vida incrivelmente simples: morava sozinho, tinha um emprego mediano, e uma vida solitária, mas jamais deixou de crer na lógica. Tudo tem que ter uma explicação racional, esse pensamento é uma das poucas certezas em sua cabeça. Mas agora o tédio é o que mais o domina. Talvez por isso não tenha notado que um dos outros analistas chegou atrasado e ficou sentado em sua mesa estático o dia todo, sem sequer mudar a direção do olhar. Como se estivesse olhando fixadamente para o vazio, um homem meditando com uma cara assustada. No final do expediente, o mesmo homem surta violentamente e tem que ser contido pela segurança:
-NÃO EU NÃO QUERO IR, NÃO QUERO IR COM ELES!!! Grita ele em quanto é arrastado, debatendo-se, pelos seguranças.
Evan simplesmente passa reto por ele. “Deve ser estresse” pensa. Como se nada tivesse acontecido ele simplesmente continuou sua rotina e para num bar para beber sozinho e depois de um tempo pega o caminho para casa.
Durante o percurso, ele passa por um cruzamento bem movimentando, porem, mesmo com a grande quantidade de pessoas, ele nota um mendigo do outro lado da rua, um sujeito de meia-idade, vestindo um paletó cinza todo esfarrapado, sentado no chão ao lado de uma grande caixa de papelão envolta por plástico, barba mal feita, mas sorrido enquanto segura uma placa de papelão que dizia: “O incrédulo verá a luz”. A mensagem chama a atenção de Evan, mas logo ele ignora e continua seu caminho.
-Loucos e entusiastas... A irracionalidade desse mundo está cada vez pior. Diz ele pra si enquanto caminha pra casa.
Já de noite, ele seguia calmamente seu percurso, até notar uma pequena falha de segundos na iluminação do poste. Logo depois vê um casal correndo feliz para um beco logo a sua frente, e então um flash saindo do beco o cega. Flash que durou alguns segundos, mas forte o suficiente para deixá-lo imóvel perante tanta luminosidade. Ele rapidamente corre para o beco para ver o que ocorreu, e seu maior medo começa a se confirmar a frente de seus próprios olhos, encontra o que não queria: um beco vazio, sem saída e sem rastros, um beco como qualquer outro, com grandes paredes e sacos de lixo, mas nenhuma pessoa, nenhuma janela quebrada, nenhuma rota de fuga provável. Evan se desespera e corre pra sua casa, o fato daquilo ser real o chocava mais do que o fato das pessoas sumirem, sua cabeça estava uma bagunça.

Chegando em casa, ele liga o computador e começa a procurar por mais relatos sobre o fato, e encontra um site chamado Obscure, que relatava diversos acontecimentos sobrenaturais em todo o mundo, e entre os relatos estava data e hora de diversos acontecimentos semelhantes, além do numero exatos de desaparecidos e reaparecidos, o site em si já tinha uma natureza sombria, e a quantidade de detalhes sobres os acontecimentos superava todos os outro fóruns. O evento em questão era chamado de “Wild Fairy Appears”, e no site era atribuído a eventos paranormais, como espíritos, maldições e aliens. O dono do site parece estar particularmente interessado nos desaparecimentos, e pela maneira que escreve, passa a ideia de que ele mora na cidade.
-É real... a maldita luz que engole gente é real... Evan começa a rir, aquilo só podia ser um sonho estranho como outros que já tivera.
Parece que Evan estava errado no principio, algo que ele negava existia, e como testemunha não podia negar. Mas em sua cabeça, a fato de existir não que dizer que existam fantasmas e afins, se acontece existe um mecanismo racional por traz, por mais surreal que pareça.
-E eu vou mostrar que isso não passa de uma farsa bem encoberta. Evan decidiu que mostraria ao mundo a resposta por traz dos flashs noturnos, mas não imaginava que isso seria apenas a ponta do iceberg.

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