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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Legend Of Arknus: Shiroi



Autor: L
Gênero: Romance, Fantasia
Capitulos: 01/??



Palavras do Autor:  Shiroi é mais uma tentativa de mudança de genero. Apesar de levar a sigla Legend Of Arknus, que são as histórias que se passam no mundo de meu sistema de RPG, ela é muito menos focada em combate, e depois da revisão focara ainda menos. Pode parecer meio estranha a 1º vista, por tratar de romence entre 2 e entidades femininas, mas diferente de minhas outras historias essa não foi construida, ela apareceu derepente em minha cabeça (sinistro),eu achei uma trama bem interessante, mas cabe a vocês decidirem.






Capitulo 1: Aquela que provem da luz.



Kyria, 1360. Após a extinção da magia, Kyria se tornou palco de uma guerra que já durara 60 anos, na qual os vampiros tentavam tomar posse do continente, que já não conseguia mais oferecer uma resistência descente, devido a superioridade física dos invasores. O continente viu um fio de esperança quando surgiram os primeiros projetos de magitech, uma tecnologia que utilizava cristais como fonte de energia, porém, após alguns meses tais armas também eram utilizadas pelos inimigos, que ganhavam terreno em velocidades cada vez maiores. A esperança já se esvaia dentro do coração da maioria dos kyrians.

Essa história se inicia em um pequeno vilarejo que servia de base para um grupo de resistência, que apesar de pequeno, estava obtendo sucesso em suas batalhas, o que fazia com que seus nomes passassem a ser conhecidos, tanto por aliados quanto por inimigos. Durante certa noite, um cerco é formado contra esse vilarejo. As tropas vampiricas avançavam como sombras entre a floresta que cercava a pequena vila, silenciosos e sorrateiros, os eles os cercaram o vilarejo sem que sua presença fosse notada, e então, com um horrendo grito de guerra o ataque se iniciou.
Os vampiros vestidos de pretos pairavam pela sombra ceifando a vida de qualquer coisa que aparecesse pela frente, quando o vilarejo conseguiu organizar sua defesa, os inimigos já estavam quase no castelo que servia como base, porem, ao soar de uma trombeta, eles viram que o combate ainda não estava ganho. Das janelas frontais do castelo saltam 3 pessoas: Uma mulher que utilizava um corpete de couro negro e duas pistolas prateadas, um garoto de cabelo curto, grandes óculos redondos e duas foices e um homem com uma grande capa azul e uma pistola escura como a noite. Quando os 3 chegam ao chão, os inimigos param por alguns segundos, e partem para cima deles, que também correm em direção aos oponentes, o homem e a mulher disparavam a distancia com uma precisão absurda, enquanto o garoto toma a dianteira e salta dentro de uma aglomerado de vampiros e sai cortando-os freneticamente com as foices. Logo após, os portões do castelo de abrem e um grupo de mais ou menos 50 pessoas saem, alguns com pistolas e alguns com espadas, começam a combater os vampiros mais próximos a base. A luta entre esse grupo e os invasores não tinha nada de impressionante, pareciam soldados treinados normalmente, e a vantagem numérica dos vampiros lhe garantiriam a vitória, mas a presença dos outros 3 guerreiros era algo inacreditável, entre ataques e esquivas seus movimentos eram perfeitos, a destreza com a qual combatiam era anormal, ultrapassavam fileiras de oponentes sem um único arranhão, derrubando inúmeros inimigos com um único ataque, mas mesmo assim, de pouco em pouco os vampiros se aproximavam do castelo, e o cansaço começava a tomar conta dos defensores, os 3 combatentes agora se juntavam com o resto do esquadrão e tentavam impedir o avanço inimigo, mas eles pareciam não ter fim. Eles continuaram a lutar bravamente, mas a exaustão já estava se aproximando, e vários deles já haviam perecido, a luta estava cada vez mais difícil de ser vencida, é quando o céu se abre, e no meio da escuridão da noite um fecho de luz atravessa as nuvens e chega ao chão. Segundos depois o clarão começa a se desfazer e no meio dele aparece a figura de uma mulher, de olhos e cabelos brancos, como a luz da qual ela provinha, e suas vestes também compartilhavam tal tom que parecia brilhar dentro das trevas que envolviam aquele campo de batalha. Antes que a mulher de branco conseguisse se dar conta de onde estava, um grito quebra o tenebroso silencio que se formara:
-Matem-na!!!
Então, todos aqueles que até então atacavam avidamente dos defensores do castelo, se voltam e saltam para cima daquela jovem:
-Cuidado!!! Grita a mulher com as pistolas prateadas.
Todos os vampiros saltam contra a garota, que simplesmente saca a espada que carregava na cintura:
-Para que uma nova Genesis possa se iniciar, eu trouxe a extinção, pois eu sou... Deva...
Quando ela termina de desembainhar a espada um grande clarão toma conta do lugar, cegando a todos. Após alguns segundos a luz se dissipa, no centro do clarão estava apenas a garota, desmaiada, quase todos a vampiros já não estavam mais lá, e os poucos remanescentes corriam apavorados, depois de muito sangue derramado, o combate havia chegado ao fim.
Os defensores se aproximam da mulher que lhes salvara, parecia uma garota normal, com a exceção da cor de seus olhos e cabelos, e por sua expressão parecia estar em um tranqüilo sono. Dentre o pequeno grupo, sai a mulher de armas prateadas, pega-a no colo e a leva para dentro do castelo. Ela não sabia quem e nem o que aquela garota era, não sabia qual era seu propósito, mas ela a salvou, lhe devia gratidão, não, não era isso, ela por algum motivo não conseguiu ignorá-la após ver o rosto sereno, daquela que proveio da luz. 




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